Boa Notícia

5 de outubro de 2016

O projeto Compaixão arrecada chinelos, desde 2012, para enviar à localidades pobres em diversos países do mundo. A iniciativa foi criada pelas irmãs brasileiras Betty e Brenda Agi. Elas são biomédicas e decidiram abrir mão da festa de formatura para integrar uma ação humanitária em Angola, na África. Durante os trabalhos a dupla percebeu que a maioria das crianças não tinham o que calçar e foi daí que surgiu a ideia do projeto. De volta ao Brasil, elas deram início a arrecadação de chinelos com a ajuda de voluntários. Desde então, mais de 20 mil pares foram arrecadados e enviados a 12 países e 8 Estados brasileiros. Atualmente, o projeto Compaixão conta com 27 pontos de arrecadação em 10 Estados brasileiros e no Distrito Federal. Acesse o Instagram oficial do projeto.

4 de outubro de 2016

Pessoas trans e travestis com dificuldade para estudar por causa da orientação sexual encontram em Belo Horizonte o cursinho preparatório Transenem. O projeto surgiu em agosto de 2015, por iniciativa da assistente social Ana Isabel Lemos, e a advogada trabalhista, Adriana Valle. O objetivo é abrir as portas da educação para pessoas que enfrentaram fronteiras dentro da sala de aula, como preconceito e discriminação. A equipe contra com 12 professores e mais de 30 monitores, todos voluntários. Os integrantes do Transenem também participam de eventos para arrecadar verba para custear passagens e material escolar para os interessados; além de frequentarem seminários, peças de teatros, e afins, para promover o empoderamento das pessoas trans e travestis. Para participar envie e-mail para cursinhotrans@gmail.com.

3 de outubro de 2016

O sírio-finlandês Rami Adham é conhecido como traficante de brinquedos de Aleppo, cidade Síria castigada severamente pela guerra. Nos últimos quatro anos, ele tem se dedicado a fazer crianças sorrirem em meio à tristeza dos conflitos. Adham cruza a fronteira entre a Turquia e a Síria carregando malas com até 70 quilos de brinquedos. O trajeto é feito a pé e às vezes demora 16 horas. O homem ainda ajuda a fornecer comida e outros suprimentos básicos por meio da Associação Síria-Finlandesa, que fundou por meio de doações, além de se dedicar à construção de escolas em campos de refugiados.

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